quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Uma Semana

Uma semana depois da volta do Nenê e da Marieli, já entramos numa rotina... Eu acordo para o trabalho, depois o Valdir acorda e sai. Quando volto prá casa às 2h30m a Marieli já arrumou um monte de coisas e ficamos batendo papo e tentando preparar o almoço prá quando o Valdir chegar.
Depois do almoço-janta nos espregiçamos no sofá e depois pulamos prá cama!
A Marieli que fica sem muito o que fazer, tadinha! Tô vendo o curso de alemão prá ela, mas acho que só começa em março...
No meio disso tudo ainda estamos procurando um apartamento maior, ver um contador prá tratar do nosso imposto, tenho que contratar um plano de saúde e também preencher uma papelada do arbeitlos do Nenê. Isso sem falar nos meus pequenos projetos: Führerausweise, Esteira e cia!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Resumindo o FDS

Sábado: Acordamos mais tarde do que planejávamos mas, com o tempo chuvoso e frio, valeu a pena ficar na cama mais um pouquinho...
Depois a Marieli, o Valdir o Maicon e eu fomos para a Feldkirch. Almoçamos no restaurante e enquanto os guris foram fumar a Mari e eu compramos umas coisinhas.
Depois compras rápidas no Merkur e voltamos para casa.
PS: Não sei pq mais aquele sapato boneca da Marron Café me machuca a planta do pé!? O outro que eu tinha nunca me doeu... esta é a segunda vez que uso e pela segunda vez me machuquei... só falta!
A noitinha ficamos em casa, jogando Uno e conversando. O Maicon e o Evandro estiveram aqui em casa e o Nenê fez a janta (a famosa massa).

Domingo: Home Sweet Home
Nevou conforme o prometido, mas não chegou a acumular neve. Mas quarta tá previsto nevar e seguir nevando até o outro fim de semana.
A Mari e eu fomos lavar as roupas. expliquei prá ela o sistema daqui (é meio complicadinho na primeira vez) depois fomos jogar Uno com o Maicon e o Valdir... enquanto o rango não ficava pronto.

Tivemos que ir dormir cedo pois tanto o Nenê quanto eu começávamos a trabalhar de manhã neste semana.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Day after...

Ontem acordei, meio anciosa pois meu amore tava voltando prá casa. Me levantei e já sai arrumando as coisas, tentando deixar tudo limpo e organizado.
Enchi mais uns balões, escrevi uma carta-bilhete, deixei alguns presentes em cima da cama e a chave na portinhola do correio e fui trabalhar com uma vontade louca de ficar em casa esperando por ele.
A medida que o tempo ia passando e eu ia tentando acompanhar os passos dele de cabeça...
14h - Deve estar em Paris
15h30m - Tá entrando no avião que vem para Zurique
17h - Chegou na Suiça, daqui a pouco pega as malas e segue para Sevelen...
19h30 - Já deve ter chegado. Será que chegou?
Largo todo meu serviço e vou para a entrada da firma prá ver se tinha luz acesa no nosso apartamento... Ufa! Chegaram bem - já tem luz em casa.

Por volta das 20h30m o Popolo (chefinho) me chama: - Telefone prá ti!
Gozação do pessoal em volta "Hum... Viel Liebe" "Schatz in Haus"...
Falo um pouco com o Valdir, coisas banais: - Como foram de viagem? Tá tudo bem? Problemas na alfandêga? Resumindo, foi tudo bem, estamos cansados, o Luiz tá aqui, vou fazer um grill prá gente, não vou te buscar na empresa e qual é o número para ligar para o Brasil?
Nossa! Acho que gelei! Näao duvidaria se nesse minuto meu coração desacelerou. Falei o número e já sem vontade de continuar falando dei tchau e desliguei.
Lá fui eu prá máquina com a minha cabeça girando a 360 por hora. Os pensamentos piores começaram a surgir e dentro de mim brotava uma vontade louca de chorar e sumir.
Ora bolas... o cara passa 3 semanas extras longe de mim. Eu passei esses dias todods pensando nele e providênciando de tudo para deixar as coisas a contento do Sr. Valdir e da Marieli e tudo o que eu ganho é uma ligação disfarçada com o único interesse de saber qual era o número para ligar para o Brasil???? Era prá isso que eu servia? Eu era muito estúpida mesmo... se ele tivesse o número que precisava com certeza não teria nem ligado para dizer que tava tudo bem.
Eu tava tão decepcionada, tão braba... ainda tinha que me controlar por no mínimo 2 horas.
Pensei em mil e uma maneiras de enfrentar isso mas não teve outro jeito a não ser fazer o que faço quando estou braba... Não quero ver, nem falar com ninguém...
Sai da firma chorando e rumei ao meu destino, fosse o que fosse eu já me sentia péssima, prá lá de humilhada e infeliz.
Justo naquele dia!! Eu pensei que seria tão diferente... Pensei que por volta das 22h15m ia ver ele e a Mari lá na firma, era uma oportunidade prá ela ver uma fábrica suíça... todos colegas viriam perto dele cumprimenta-lo, ele apresentaria a filha a seus ex-colegas e depois voltaríamos juntos para casa onde entre uma história e outra estaríamos desfazendo as malas e guardando o que dava.
Mas o enredo foi bem outro:
Não queria encarar o Valdir, vê-lo bem e feliz me mostraria o quão pateta eu sou. Um deboche ao meu empenho. Mas tava tão frio e eu só comum moletom (tinha deixado o casaco em casa pois pensava que voltaria de carro). Não tive escolha... tinha que voltar para casa.
Abri a porta e entrei direto pro quarto, acho que cheguei a dizer um oi! Peguqi o telefone e liguei para casa (queria cumprimentar neu Papito que tava de aniversário). Demorou uns minutos para o Valdir entrar no quarto de roupão, com os braços cruzados no peito e cara de mau. Perguntou o que eu tava fazendo, e eu disse: - Ligando prá casa?
- Por quê? - ele me perguntou secamente.
- Porque é aniversário do meu Pai. - respondi meio cética do que estava ouvindo (ora se eu tenho que ter motivo prá ligara para minha família) e sóaí encarei ele.
Daí em diante eu não sei narrar o que aconteceu pois só havia silêncio. Até por volta das 00:30 quando o Valdir se virou para a Marieli dizendo que ia dormir. Era a deixa que eu precisava para me isolar num canto com ele e conversar ou discutir (nessas horas não se sabe o que vai acontecer).
Fomos para o nosso quarto e começamos a falar do acontecido. Ele com sua versão da história, eu com a minha. Ambos tentando esclarecer as coisas e tentando colocar um ou outro naquela situação. Depois de tudo falado pedi prá ele um beijo prá encerrar aquela história. A resposta dele foi: - Só depois que você for pedir desculpas prá Marieli. Mandei ele longe e sai do quarto.
Sem ele saber, fui conversar com a Marieli. Não porque ele tinha dito que eu devia fazer mas porque eu achava que devia explicar prá ela o porque do meu comportamento. E lá fui eu conversar com ela.Voltei para o quarto já era passado das 2h, o Valdir, obviamente dormindo.
Hoje de manhã não nos falamos por alguns minutos, até ele vir até mim e me dar o tal beijo.
Agora parece que tá tudo bem e esclarecido, mas eu aprendi uma lição importante. Não vou ser mais cadela de ninguém nem de quem eu amo...

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

24 horas

Hoje comecei a contar os minutos da chegada do Valdir. Me virei bem estas semanas, e até gostei de ficar um tempo sozinha-inha, mas não foi tão divertido porque a todo momento meu pensamento tava nele. O que estava fazendo? O que estava pensando? Se ia gostar das coisas que fiz e comprei pra gente? Se pensava em mim tanto quanto eu pensava nele?
Enfim daqui a pouco ele estará aqui comigo para "AVANÇAR EM 2009!"

PS: Tô escrevendo este rascunho na Schnellaufer. Estão testando a máquina de clips que foi pela a milésima vez para reparo. A máquina tá andando assim: Produz 20 peças e para de 3 a 5 minutos. E eu nessa mamata... só descançando. Às vezes eu também tenho meus dias de sorte!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Indo e indo...

Acabei de sair de uma nova reunião. Desta vez para apresentar um novo sistema de prêmio. Tem gente que não gostou da novidade. Prá mim não vai mudar nada porque no geral não preciso "apelar" para justificar uma meta não alcançada... isso pq mesmo quando não tenho muito tempo disponível acabo acelerando um pouco mais e consigo manter a meta (normalmente chego até ultrapassar em 20-30%). Quem não gostou foi o pessoal que gosta de ficar matando tempo,vivem na mamata!
Prá ti ter uma idéia, segundo um leventamento, um funcionário trabalha em média 6h (de produção) ou seja as outras 2h é só matação (somos contratados para 8h de trabalho por dia com mais meia hora de pause).
Como eu já não me dou este luxo de produzir menos do que me foi solicitado (muito pelo contrário) a nova mudança será positiva, pode até ser que meu prêmio aumente!
A outra notícia refere-se a minha colega Thai, que depois de 3 semanas em kurtz arbeite voltou a trabalhar... mas só até março. Ela ganhou a conta e só vai cumprir os 2 meses de aviso prévio que precisa.
De geral tá tudo bem. Tô solita na firma já que as outras brasileiras (Maria e Silvana) entraram, por 2 semanas em kurtzarbeite. Bem que eu gostaria de uma folga esta semana (Nenê chega quarta de noite). Mas por outro lado Graças ao Pai que ainda tenho trabalho. Com essa crise toda o que a gente mais escuta e de gente sem trabalho.
Sábado passei o dia em casa, faxinando e organizando tudo para a chegada do meu amor e da Marieli.
Domingo não tinha muito o que fazer então tentei organizar uma bobagiada que fico juntando e limpar o computador. Consegui uma vaga para lavar a roupa e adiantei o serviço.
Aqui o tempo tá bom... hoje de manhã fez inacreditáveis 15° graus, aproveitei o sol para abrir todas as janelas, mas ventava muito e acabei fechando meia hora depois.
Na Itália neva prá caramba, em Londres e Paris também. Há previsão de neve aqui em Sevelen para o próximo fim de semana. Tomara que neve mesmo, acho que a Marieli vai gostar.
Domingo o Luis e a Claudete ligaram nos convidando para ir prá Paris... oh vida! Liguei pro Nenê prá saber o que ele achava e, previsivelmente, a resposta foi para esperar, hahaha!!!
Contei prá ele dos 800,00 do Rodrigo ele não ficou feliz porque eu havia mentindo prá ele, inicialmente, mas tava tranquilo e não brabo comigo.
Tentei falar com os meus genitores mas só o Pai tava em casa.
Hoje faz 1 ano que estamos oficialmente na Suíça.
Vou prá lá...
A gente se vê depois, boa noite, criança!

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Bianca Einstein

Tô me sentindo... Acabei de fazer um teste de QI e QE e meus resultados, como eu já esperava (cof! cof!), foram acima da média... Uau!

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Marley e Eu

O tempo tá passando tão rápido (coisa boa!), já estamos no fim de janeiro... uau!
Não tô tendo muita inspiração para escrever quando estou na frente do computador, mas têm muitas coisas para contar. Moral: Vou deixando para depois e acabo não comentando ou contando alguns fatos (alguns interessantes, outros não). Então, resolvi aproveitar o tempo de intervalo do trabalho prá escrever aquilo que quero... Sim porque eu penso demais, e trabalhando sozinha na Montage ou Schnellaufer, tempo para pensar eu tenho de sobra (em média 8h), só pensando, planejando, inventando, sonhando e cia.
Bom então fica assim, escrevo no papel e depois com tempo (e sem inspiração) copio para o blog.

Ontem (29/01) cheguei ao trabalho por volta das 5h40 da manhã e fui direto prá cama (tá um frio!!!). Como não tava com sono comecei a ler Marley e Eu. Deixa eu esclarescer que ganhei este livro do meu pai e estava adiando chegar ao final do livro pois sabia que eu ia me lavar chorando. Então como eu previa aconteceu... não tinha mais como evitar os últimos capítulos, a menos que eu o abandonasse no 24° Capítulo (o livro têm 29!).
Com coragem fui em frente e devo dizer que chorei muitooooooo mesmo, tive até que trocar de travesseiro porque o meu eu encharquei.
Fiquei com o rosto parecendo uma bolacha Maria! Ou melhor, inchada como o Silvestre Stallone no fim de Rocky (sem o sangue e os hematomas, é claro!).
Mas me deixe falar um pouquinho sobre o livro. "Marley e Eu" é um livro que conta uma história simples. Simplesmente um casal, que depois vira uma familia, com um cão. Narra as aventuras e desventuras desta turma. Và bene! Até me surpreende o fato de uma narrativa como esta tornar-se um Best-Seller (não que não mereça!). Então meu raciocínio chegou a seguinte conclusão: O livro conta uma história real, com personagens, fatos, lugares e sensações reais. Sentimentos de amor, amizade, lealdade, paciência e compaixão. Aparentemente, sentimentos raros neste mundo louco."Marley e Eu" trás essa eperança, de que ainda tem gente que preserva estes sentimentos simples e ao mesmo tempo tão valiosos.
Na minha opinião é o que faz o nossos dias valerem a pena. Por isso é tão difícil estar longe de casa. Acompanhamos os acontecimentos a distância, mas o que vale é o contato, a troca, a convivência.
Não nego que pensei nos bichinhos que já tive ao longo da minha vida, mas me emociona perceber de que o tempo tá passando e eu tô longe dos meus pais, irmãos e amigos. Rezo ao Pai para que os conservem bem, a tempo de eu estar novamente junto e conviver ao menos mais uns dias com eles. Isso vale também para a Pituca!

PS: Para quem não conhece, eis a Pituca, no dia que chegou lá em casa... hehehe!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Contando os dias...

Essa hora era pro Nenê e a Marieli já terem chegado na Suíça... isso se eu tivesse conseguido passagem pros dois. Vou ter que ficar na saudade do meu amore por mais uma semaninha (snif! snif!).
Vou aproveitar os últimos dias de férias de gente e caprichar na preguiça... hehehehe! Tô brincando, não vejo a hora deles chegarem tem tanta coisa prá fazer: Revisão do Imposto, Contratar novo Plano de Saúde, Bewiligung Marieli, Curso de alemão, emprego, casa nova... e a lista continua.

PS: No trabalho tá tudo calmo, por enquanto. Disseram que demitiriam 20 pessoas até o fim do mês e já estamos no dia 28, ou seja, tô com esperança de ficar por mais tempo. SATG!

Hahahahaha!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

domingo, 25 de janeiro de 2009

Hoje

Por hoje não vou pensar em ti…
Hoje o dia sabe-me bem e não quero pensar no que passou, nem no que pode vir a acontecer…
Hoje vou aproveitar o dia apenas para me divertir. Deixar o dia passar sem pena, sem tristeza, simplesmente deixar-me ir sem mais nada… e é bom, e sabe bem e acho que devia de ser sempre assim. Mas o que importa isso agora? Hoje não vou pensar nisto, talvez amanhã, mas hoje não!
Hoje vou brincar como se ainda tivesse aquela inocência de criança, hoje vou dar todas as gargalhadas que me apetecer, hoje vou andar à chuva e dançar como se fosse o meu último momento, hoje vou dizer o que mais quero e hoje não vou me importar com mais ninguém,só comigo.
Hoje vou ser uma grande egocêntrica e daí? Hoje eu posso ser tudo aquilo que eu quiser… e amanhã? Amanhã logo se vê… Eu só quero o hoje como se não houvesse um amanhã e será que vai haver? O que importa… Hoje eu decidi que vou ser feliz.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Dããã!!

Tô me sentindo uma estúpida. Já não chega ter comprado um telefone sem fio para meus pais, enviar sem testar, este (Murphy) não funcionar, voltar prá Europa e então eu descobri que o problema dele é na pilha!!! Agora não consigo comprar a tal pilha!! Gente que novela...
Daí eu encontro entre os fios deste telefone o cabo do meu MP3, que eu considerava abandonado no apt do Rodrigo em Sampa. MAS...a dããã aqui acabará de comprar um cabo novo.
Moral: Tenho dois cabos pro MP3 e um telefone que não funciona pq não tenho a bateria certa.
...

Revista Cláudia

Enquanto faço hora esperando o meu primo Maicon para ir para Feldkirch... entrei no site da Revista Cláudia que fazia eras que não entrava. Tive que rir com uns textos e aprender com outros.
Eis alguns dos textos:

10 coisas para você parar de esperar do seu parceiro

Veja a lista que revela tudo que ele NÃO vai fazer

1 Um convite para discutir a relação.

2 Prontidão para o sexo, sempre que você quiser.

3 Solidariedade para pitis, TPM, menopausa e outras oscilações hormonais.

4 Que ele se pareça com seu pai, com o Brad Pitt ou pelo menos com o marido maravilhoso da sua prima.

5 Que ele seja sensível como as suas amigas.

6 Que ele se responsabilize pela sua felicidade.

7 Atenção e carinho em dias de decisão de campeonato.

8 Que ele adivinhe o que você quer porque você acha chato ter que explicar o óbvio.

9 Que ele nunca se esqueça das datas importantes, como seu aniversário, o aniversário da relação...

10 Que ele mude.

(hahahahaha - quanta risada!! Não dá prá fazer pelo menos UMA das coisas desta lista???)

7 idéias totalmente novas sobre o amor

Nós mudamos e o nosso modo de amar também. Nessa área, até as teorias são eternas enquanto duram. Aqui, pontos de vista inovadores e uma entrevista perturbadora jogam lenha na fogueira, queimam clichês e mantêm acesa a chama das paixões.

1. Idealize o seu par


O senso comum reza que não se pode fazer isso, pois o risco de decepção é alto. Mas uma dose de idealização é desejável, afirma o terapeuta sexual Gerson Lopes, da Academia Internacional de Sexologia Médica. Ninguém está falando de uma fantasia completa sobre o outro, descolada da realidade. Mas tentar fazer uma avaliação objetiva do parceiro é uma forma de se proteger da paixão.” O terapeuta acredita que é vital um pouco de poesia e deslumbramento, que implicam algum grau de idealização, para que a relação se prolongue o tempo necessário à criação de vínculos – um processo que, aí sim, passa pela aceitação da pessoa real naquela em que se projetou o amor ideal.

2. Pratique a solidão solidária


Engana-se quem acredita que a solidão e o amor estão em pólos opostos. “Na dose certa, a solidão é extremamente reforçadora do amor”, diz o terapeuta sexual Gerson Lopes. Isso porque a conservação da individualidade em um relacionamento não é obtida apenas no mundo exterior – em atividades que você faz sem o parceiro, mas não sozinha, como os compromissos profissionais ou o lazer com as amigas. São fundamentais os momentos de interiorização e recolhimento, que Lopes chama de solidão solidária. Ela não nos isola do outro, mas, sim, abre espaço para uma melhor compreensão dele com base em um maior autoconhecimento. É solidária também porque permite entender a necessidade de recolhimento do outro. A solidão rompe com o grude e a simbiose – ajuda a lembrar que existe um homem e uma mulher e que eles não são “um só”, e sim dois. É isso que alimenta o desejo do encontro.

3. Aceite que vocês dois não se entendem só com um olhar

Infelizmente, esse código – supostamente de efeito imediato – funciona mais como forma de corroer os relacionamentos do que como prova de empatia, acredita o psicanalista Gley P. Costa, autor de O AMOR E SEUS LABIRINTOS (ED. ARTMED). “É importante captar o estado de humor de outra pessoa por suas expressões não-verbais, mas, se o casal ficar apenas nisso, terá um tipo de comunicação infantil. O modelo adulto de relacionamento significa fazer um esforço para verbalizar os sentimentos. Normalmente, o que gera mais conflito não é o que foi verbalizado, mas o que não é falado e que se supõe que foi comunicado”, diz o psicanalista. Convém lembrar que comunicação verbal não é apenas falar mas também ouvir. Isso é uma demonstração de acolhimento tanto quanto um abraço. E quem quer ser ouvido deve ter em mente que verbalizar os próprios sentimentos não significa acusar o parceiro por eles, tentando provar que a “culpa” é dele. Procure falar sobre uma dor ou um problema na primeira pessoa explicitando como uma situação a afeta. Por exemplo: “Estou insegura, sinto dificuldade de confiar em você” é um modo de convidar para o diálogo. Enquanto a frase Você sempre mente” é um chamado para a briga.

4. Faça sempre um checkup da relação

Assim como consultas e exames médicos de rotina garantem a saúde física, o check-up regular do relacionamento pode ajudar a mantê-lo, defende James V. Córdova, diretor de treinamento clínico do departamento de psicologia da Clark University, nos Estados Unidos, em entrevista a CLAUDIA. Córdova desenvolveu um check-up do casamento que já está sendo chamado de “vacina contra o divórcio”. O exame completo foi idealizado para ser aplicado por psicólogos, mas uma versão resumida pode e deve ser feita pelo próprio casal. O especialista recomenda um auto-exame anual, em que os dois parceiros respondem, individualmente, a três questões: A “Ele (ou ela) sente-se seguro comigo, mesmo quando está emocionalmente vulnerável?”; B “Meu parceiro sente que é aceito/acolhido?”; C “Quando sinto o mundo ruir à minha volta, posso contar com o apoio sem censura de meu parceiro?” A resposta negativa a pelo menos uma dessas questões significa que a saúde do relacionamento não vai bem. Isso pode doer, mas também permite detectar precocemente onde está o problema. Se a idéia é permanecer junto, o casal terá que cuidar melhor do amor, esse “paciente” instável, que pode melhorar ou morrer, dependendo de como for tratado.

5. Perca seu tempo


Esqueça os modernos conceitos de otimização da agenda e evite tratar o amor como se fosse mais uma atividade a ser cumprida. É verdade que algumas idéias do mundo do trabalho podem ajudar na vida a dois – se você consegue organizar mais o seu dia, sobram horas extras para o romance. Só que não dá para “profissionalizar” a vida amorosa, o que pode se tornar fonte de stress, quando o gostoso é exatamente relaxar a dois. Uma coisa é combinar um cinema; outra é fazer um minucioso plano de metas a cada vez que ficarem juntos. Até porque o tempo do amor não é o mesmo do relógio. “Uma relação não é só compromisso mas também alegria. É preciso deixar espaço para o improviso, a espontaneidade, aí cada encontro é uma oportunidade de cultivar a intimidade”, diz o psicanalista Gley P. Costa.

6. Crie a sua gaveta de segredos


Ser leal e tornar-se íntima de um homem não é sinônimo de revelar tudo a ele. Para o terapeuta Gerson Lopes, os casais de hoje vivem um paradoxo: de um lado, há pouco tempo para os momentos íntimos e, de outro, a intimidade é exposta sem limites. “É o caso de ir ao banheiro com a porta aberta. Parece uma bobagem, mas são essas pequenas coisas que banalizam a relação, matam o mistério. E, como dizia Freud, para a sexualidade se expressar é necessário certa dose de mistério.” Para o psicanalista Gley P. Costa, a regra de ouro é ter pelo menos uma gaveta de segredos, que você não vai (nem precisa) abrir para ele. Ou seja, nada de contar detalhes sobre todos os seus ex ou o que foi conversado naquele jantar só de mulheres.

7. Falte no almoço em família


O psicanalista Gley P. Costa tem observado, em sua experiência clínica, que uma das grandes dificuldades dos adultos hoje é separar-se da família de origem e passar da condição de filho/filha à de marido/mulher. Ele afirma que, para um relacionamento dar certo, é preciso que o casal se “separe” de seus pais e irmãos. Claro que isso não significa abandonar ou desconsiderar as famílias envolvidas. O que o psicanalista sugere é a criação de limites para a convivência, de comum acordo com os dois parceiros. Pode parecer antipático não aceitar tradições familiares, como o almoço todos os domingos, mas esse tipo de obrigação tem que ser negociado. Se o casal sente dificuldade de recusar os convites familiares ou de proteger a vida a dois de eventuais interferências, vale criar artifícios como programar viagens nos fins de semana – que também funcionam como combustível para o amor. A questão não é tentar convencer os familiares, pela conversa, da importância (óbvia) de um casal ter vida própria – mas vivenciá-la, na prática, marcando um território independente, que inclui os espaços físicos e emocionais. Se o pai de um ou a sogra do outro não aceita essa situação, o problema é deles, não do casal.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Tu sabias?

Crise da cervelas*!
A tripa do zebu brasileiro, usada para "embalar" a salsicha nacional suíça, não pode mais ser importada.

*Cervelas é a nossa salsicha bock! Nham!

Fonte

Lindo

Magia de luz em Hasliberg-Bidmi, região dos Alpes bernensesFala sério... é ou não é pra amar as paisagens daqui...
Tirei essa foto deste site... vale a pena olhar as outras fotos do inverno Suíço.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

A coisa tá cinza!

Hoje o dia passou super rápido na empresa... pensando bem a semana tá voando, imagine que hoje já quinta-feira, Gott Sei Dank! A Maria e eu ficamos de trelêlê e trabalho na montagem prá melhorar só indo nas últimas horas para a schnnellaufer que não andou... hehehe!
Hoje o período de trabalho foi uns 45 minutos mais curto pois tínhamos uma reunião com o Big Boss... qu falou sobre o cenário global e a situação da empresa diante a crise... depois de cerca de meia hora de blá,blá,blá a notícia que todos aguardavam... Não a previsão de que a crise passe logo portanto a firma vai ter que demitir alguns funcionários (já demitiram uns 10 do nosso lado, enquanto eu estava de férias) e o kurzarbeite continuará para mais uns.
Agora é sentar e esperar. Segunda-feira teremos outra reunião somente com o nosso setor, dali devem dizer quem sairá do nosso lado.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Neve... nham!

Nevou um pouco esta manhã, enquanto estava trabalhando. Na saída não nevava mais mas a paisagem tava linda. Metade branca de neve, metade verde... consegui tirar umas fotinhas pelo celular mas não ficaram muito boas.

Depois segui para casa, liguei pro meu bem, fiz meu almoço, reinstalei o moden no computador, tentei botar ordem em alguns papéis e depois cama... mas antes do sono chegar uns capítulos do livro: Marley e eu!

Bjins

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Freeze!

Não, já não bastava ser Segunda-Feira, a rua estava completamente congelada, ou seja o chão tava tão liso que quase caí diversas vezes... Cada escorregada! Eu explico. Ontem choveu, e de manhã cedo tava frio abaixo de zero. Todo mundo com quem eu conversei se queixou do jeito que a estrada estava. Diz a Maria que a Mira deu uma rodopiada com o carro, hahahaha, dá até para imaginar como foi!
Bom de resto foi tudo mais ou menos bem. Levando em conta que a noite de domingo para segunda eu só consegui dormir 3 horas, e tive que levantar às 4 da manhã num frio absurdo, o trabalho até que foi tranquilo. Tô tentando entrar no ritmo normal. Primeiro fui para o meu setor até perto das 7h depois fiquei na Schnellaufer e por volta do Meio Dia voltei para meu setor (fazendo um pouco de Nieten e depois Kleben), tudo bem. Voltei prá casa morta de fome, e já fui logo preparando meu almoço antes que começasse a beliscar salgadinhos e coisa e tal. Se o Nenê estivesse aqui não acreditaria no que veria: Fiz um pratão de salada (alface e cenoura) e para garantir o almoço delicioso e calórico (peito de frango grelhado com batata frita) me obriguei a primeiro comer este prato de salada. Um verdadeiro milagre prá mim, pois quem me conhece sabe que dispenso sem cerimonia a salada.
Estou tentando ingerir coisas mais saudáveis (frutas, legumes, verduras, água, iogurte, etc.) só prá ver o que vai acontecer.
Bom tô caindo de sono e ainda tenho que ir lá em baixo (lavanderia) buscar minhas roupas que deixai para lavar e secar.
Bjim inté a próxima.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Voltando para casa

Apesar do corre-corre que o Rodrigo teve que passar para chegar a tempo de me levar para o aeroporto, chegamos em Guarulhos na hora. Fui prá fila do check-in quando um rapaz da TAM veio nos falar de uma promoção de última hora: Trocar a classe econômica pela business... Fiquei meio zonza, a Juli numa empolgação contagiante, e lá fui eu... pela primeira vez entrando na zona do tapete vermelho, exclusivo para os vip's. Me achando, é claro!
Na hora de despachar as malas, um pequenino problema de logística... uma das malas estava com 37 kg, e lá foi o Rodrigo e eu tentarmos enfiar cerca de 5kg numa malinha pequena, e deu certo. Malas despachadas, ticket na mão, era hora de fazer um pouquinho de hora para o embarque, então fomos "jantar" no Pizza Hut (amo)... saímos de lá um pouco atrasados mas ainda em tempo. E lá fui eu, sozinha, encarar uma filona para passar pelo Raio X e Polícia Federal... Deu tempo de dar uns beijinhos no meu casal preferido (Rodrigo ne Juli) e em seguida partir para o meu avião que já estava pronto para levantar vôo.
Cheguei no avião acreditando que ia para a Business Class mas prá minha surpresa fui colocada na First Class... um sonho realizado (hehehehehe). Eu sempre disse que um dia ainda iria viajar de Primeira Classe.
Se não era pouco estar neste cantinho luxuoso, ainda tive a sorte de estar sozinha, pois na poltrona ao meu lado não sentou ninguém.
Mas deixa eu narrar um pouquinho o tratamento dispensado na First Class. Sentei na minha poltrona (3A) e em seguida a aeromoça veio me oferecer algo para beber (tinha champagne, suco, água) e depois me trouxe o menu para que eu escolhesse que pratoS que eu gostaria de "degustar" no jantar.... Escolhi uma entrada de salada verde com peito de frango, depois um prato quente de frango com molho de maracujá e acompanhamentos (não me lembro o que) e de sobremesa escolhi frutas tropicais. Tudo muito gostoso, fresco e servido em porcelana e cia. Como tava sem máquina fotográfica (a nossa permaneceu com o Valdir) tive que tirar umas fotinhas pelo celular, mas para minha tristeza a bateria tava pela metade e não consegui tirar muitas fotinhas.
Bom apesar das revistas, jornais e filmes a nossa disposição, tinha aquela baita poltrona e espação convidativo para uma soneca e não deu outra, dormi todo trajeto, acordei mais tarde com o cheirinho de pão fresco na cabine, já iam servir o café da manhã e faltavam menos de 2 horas para o nosso pouso em Paris.
O café foi tão bom quanto a janta. Café, suco, chá, tudo o que quisessemos, pães em três ou quatro variedades, frios, frutas, geléias e cia.
Antes da gente desembarcar a aeromoça nos trouxe uns bombons franceses, em embalagens finas e do estilo requintado, ainda não comi, mas aposto que são uma delícia. Ah! Tava me esquecendo ganhei uma necessaire de couro de um tal Ugo Vanelli, lindíssima.

Bom nem preciso dizer que adorei essa experiência e agora vou ficar na torcida de que essa "promoção" se repita outras vezes... hehehehe!

Então desembarquei no Charles De Gaulle e já peguei o ônibus para me levar para o outro setor. Tudo passado e resolvido, dei uma escapulida no Free Shop para comprar uns cigarros para meu Liebe e pronto já fui para o outro avião (e enfim o último) até Zurique.

Home sweet home!! Nem tão Home assim, mas já com os pés na Suíça, que diga-se de passagem estava ge-la-da! Ainda bem que deu tudo super certo e nem tive que parar na aduana suíça (eles são bem rigorosos) deu tempo de ir comprar meu bilhete de trem, despachar as malas e passear um pouco.
Estava com tanto frio que acabei pegando o trem para a estação central mais cedo do que devia mas nada como estar num país organizado, logo encontrei a plataforma certa e em poucos minutos o trem já estava chegando, sempre no horário. E lá fui eu mais uma vez para mais uma viagem.. os últimos kilometros até chegar em casa. Cheguei em casa perto das 20h! Tava cansada e com frio... tentei ligar para casa mas tava sem celular (sem bateria) e sem telefone em casa (antes de viajarmos tiramos tudo da tomada e o telefone tbm tava sem bateria)... tive que esperar um tempo, enquanto isso ia olhado em volta, relembrando das nossas coisas e organizando o que dava. Lá pelas tantas liguei prá casa, liguei pro Nenê, tomei um banho e zzzzzz! Tava merecendo.

Moral desta jornada:
Saída do apartamento do Rodrigo em São Paulo às 20h30m
Embarque em São Paulo rumo a Paris às 23h20m
Chegada em Paris às 14h
Embarque em Paris para Zurique às 15h45m
Chegada em Zurique às 17h10m
Peguei primeira conexão de Trem (do aeroporto para estação central) às 18h
Segundo Trem (da estação para Sargans) às 18h37m
Terceira e última conexão (Sargans-Sevelen) às 19h36m
Chegada na estação de Sevelen... 19h45m!!!

UFA! Quase 24 horas em trânsito... bem menos se viesse de Florianópolis ou Porto Alegre direto!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

LUTO: Rafael Hanser

Ficamos sabendo do "incidente" com o Cabelo assim meio ao acaso... O Valdir queria que eu visse uma reportagem no jornal sobre uma tentativa de assalto num banco mas a palavra Áustria na reportagem ao lado capturou minha atenção. Falava sobre um jovem brasileiro que veio da Áustria para passar as féria e que tinha sido assassinado. Para nosso pavor era a foto do Cabelo ao lado...
Conhecia o Rafael só de vista, trabalhava na Ospelt no mesmo tempo que eu tbm trabalhava por lá. O único contato que tive com ele foi numa noite em que o Nenê deu carona prá ele até Bludenz, isso quando o Nenê e eu começavamos a namorar.
Fica esse pensamento insistente de que a vida é breve e imprevisível. O que aconteceu com o Rafael poderia acontecer conosco. A todo momento estávamos nos colocando no lugar dele, da flia dele, da Cris (irmã do Cabelo) que ficou na Áustria... Que horror!!! Que absurdo!! Que injusto!

Da nossa parte fica este pesar e o desejo de que tudo fosse diferente.